quinta-feira, 30 de abril de 2009

Final para estudo 12

Caros colegas,
 
Um final de partida para nosso estudo:
 
 
 
FEN : 8/8/8/4k3/8/8/8/4K2R
 
Jogam as brancas.
 

O diagrama acima mostra um final de partida entre Torre e Rei contra Rei.

Como se deve agir para obter o mate nestes casos em que o Rei adversário está no centro do tabuleiro?

A regra básica é sempre tentar levar o Rei para uma das bordas do tabuleiro e coordenar os movimentos de nosso Rei e nossa Torre, tendo cuidado para não provocar o afogamento.

Você conseguiria chegar ao mate nesta posição?

Tente sozinho e depois confira com a solução mostrada no anexo desta mensagem.

 

Um abraço do,

 

Marcos Natal

 


Desafio 265

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para treinamento.
 
No primeiro diagrama jogam as brancas:
 
 
 
FEN : r1k5/p6p/2nqrp2/p2N4/3p4/5QP1/1P3P1P/R1R3K1
Qual o melhor lance para as brancas nesta posição?
 
 
No segundo diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : r1b3k1/pp3pbp/6p1/8/1Nq5/4Q3/PP3PPP/3B1RK1
 
Qual o melhor lance para as brancas nesta posição?
 
 
No terceiro diagrama, jogam as pretas:
 
 
 
FEN : 7k/1p4p1/p4b1p/3N3P/2p5/2rb4/PP2r3/K2R2R1
 
Nesta posição, jogam as pretas e dão mate em dois lances.
 
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1.Rxc6+ ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.Qe8+,Bf8 ; 2.Bb3 ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.____,Rc1+ ; 2.Rxc1,Bxb2++ ]
 
 
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Desafio 264

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para treinamento.
 
No primeiro diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 8/Rrkq1pp1/3p1b1p/1p1PpP2/1Pp1N1P1/2P1P3/Q5KP/8
Qual o melhor lance para as brancas nesta posição?
 
 
No segundo diagrama, jogam as pretas:
 
 
 
FEN : 3r2k1/1p1r2bp/p5p1/5p2/2R2B2/2Nn1PK1/PPR3PP/8
 
Qual o melhor lance para as pretas nesta posição?
 
 
No terceiro diagrama, também jogam as pretas:
 
 
 
FEN : 3r4/2q3bk/br2p1pp/p1p1Pp2/3p1Q1P/P1P3R1/1P3PP1/1B1NR1K1
Qual o melhor lance para as pretas nesta posição?
 
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1.Qa5+,Kc8 ; 2.Ra8+,Rb8 ; 3.Qa6+,Qb7 ; 4.Nxd6+ ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.____,b5 ; 2.Rc6,Nb4 ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.____,dxc3 ; 2.Rxc3,Bxe5 ]
 
 
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Para os iniciantes 30

Caros colegas,
 
O material reproduzido a seguir é de autoria do Prof. Francisco Teodorico, na sua obra "Xadrez-Treino Técnico para Competição":
 
Analise a posição abaixo.
 
Diagrama 1:
 
 
FEN : 3r1kb1/1n6/3p4/4p2R/4P3/5N2/1B6/4K3
As brancas devem capturar o Peão e5?
 
Três peças brancas (Cavalo, Bispo e Torre) convergem sobre o Peão preto, que está defendido por outro Peão.
As brancas não podem capturá-lo, pois depois de:
 
1.Nxe5,dxe5 ; 2.Bxe5
 
as brancas ganhariam um Peão, mas perderiam o Cavalo.
 
 
Diagrama 2:
 
 
FEN : 3k4/1p6/p7/2p5/B7/8/PPP5/3K4
 
Jogam as pretas e ganham material.
 
Plano das pretas:
 
O Bispo a4 está cercado por seus próprios Peões.
 
Procedimento:
 
1.____,b5 ; 2.Bb3,c4
 
Ganhando o Bispo, que encontra-se defendido por 2 Peões (a2 e c2) e atacado por apenas um Peão inimigo.
É um caso interessante de ganho de peça imobilizada.
 
 
Diagrama 3:
 
 
FEN : 8/6b1/2k5/2p4N/2Pp4/K2P4/8/8
 
Pretas movem e ganham a partida.
 
Plano das pretas:
 
O Cavalo branco encontra-se longe da defesa de seu Rei e da casa h5 locomove-se somente para as casas negras, onde corre o Bispo inimigo, que pode imobilizá-lo, dominando suas casas de salto.
 
Procedimento:
 
1.____,Be5
 
Imobilizando o Cavalo. Agora o Rei negro chega primeiro que o branco e captura o cavalo.
 
Se 2.Kb3,Kd7 ; 3.Kc2,Ke6 ; 4.Kd2,Kf5 ; 5.Ke2,Kg4 ganhando o Cavalo e a partida.
 
 
Diagrama 4;
 
 
FEN : 2k5/3q4/6K1/8/8/8/8/1B6
Brancas jogam e empatam.
 
Plano das brancas:
 
A Dama e o Rei pretos estão na mesma diagonal por onde corre o Bispo branco. Surge a idéia da pregadura.
 
Procedimento:
 
1.Bf5
 
Trocando o Bispo pela Dama, que não pode mover-se por estar pregada, e empatam a partida. 
 

terça-feira, 28 de abril de 2009

Desafio 263

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para nosso treinamento.
 
No primeiro diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 2nk1r1r/2R5/pp1p1p2/3Np1qp/P7/1Q6/1PP3PP/5RK1
 
As brancas jogam e dão mate em cinco lances.
Mostre esta sequência de mate.
 
 
No segundo diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 6k1/2p2p2/1p6/p1qB1Np1/5b2/P1PQR1PP/1P4K1/r7
 
As brancas jogam e dão mate em cinco lances.
Mostre esta sequência de mate.
 
 
No terceiro diagrama, também jogam as brancas:
 
 
 
FEN : r1b5/p3N1kr/3p4/q1pPbpB1/7Q/7P/P1P2PP1/1R2R1K1
As brancas jogam e dão mate em seis lances.
Mostre esta sequência de mate.
 
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1.Rxc8,Kxc8 ; 2.Qc4+,Kd7 ; 3.Nxb6+,Kd8 ; 4.Qc8+,Ke7 ; 5.Qd7++ ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.Bxf7+,Kh7 ; 2.Nd6+,Qf5 ; 3.Qxf5+,Kh8 ; 4.Re8+,Kg7 ; 5.Qg6++ ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.Bf6+,Kf8 ; 2.Qxh7,Bh2+ ; 3.Kxh2,Ke8 ; 4.Nxc8+,Qxe1 ; 5.Rxe1,Kf8 ; 6.Qg7++ ]
 
 
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Computadores de xadrez

Caros colegas,
 
Alguns computadores de xadrez para quem não conhece:
 
 
Premieres
 

An even more unusual sight - two Fidelity Elite Premieres.

These are rare chess computers which include two classic programs, Richard Lang's Vancouver 68000 and the Spracklens program from the Elite Avant Garde 2265.

The furthest one has had four owners in four years but is still in fine condition. It is now back in Germany.


 

Another unusual sight. Two Tasc R30s.
The one that is closest is in Germany now.

 

Three Renaissance boards.

I did not get a look in against the Sparc equipped board that is nearest. The standard program is not so hard to beat though.

 

Visite nosso blog:

http://xadrezdomeujeito.blogspot.com

 

Final para estudo 11

Caros colegas,
 
Um final de partida para nosso estudo:
 
 
 
FEN : 7k/8/8/8/8/8/8/R6K
 

O diagrama acima mostra uma posição clássica de estudo de finais. Trata-se de final de Torre e Rei contra Rei. Nestes casos, as regras são as seguintes:

 

  1. Leve o Rei adversário até uma das bordas do tabuleiro;
  2. Conserve o seu Rei, sempre que possível, na mesma linha ou mesma coluna que o Rei adversário.

 

Vamos tentar dar este mate? Tente sozinho e depois confira com a solução que está no anexo desta mensagem.

 

Um abraço do,

 

Marcos Natal

 

The game of chess, a scene originaly painted on a marriage chest. Attributed to Girolamo da Cremona or Liberale da Verona. Sienna approx 1475-1480. New York. The Metropolitain Museum of Art


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Para os iniciantes 28

Caros colegas,
 
O material reproduzido a seguir é de autoria do Prof. Francisco Teodorico, na sua obra "Xadrez-Treino Técnico para Competição":
 
Princípio da peça imóvel
 
Atuando sobre uma peça inimiga imobilizada (por bloqueio ou pregadura), um número de peças atacantes maior que o número de peças que a defendem, essa peça imobilizada poderá ser capturada.
 
Diagrama 1:
 
 
FEN : 5k2/6b1/2n5/4p2R/4P3/5N2/1B6/4K3
 
As brancas ganham o Peão inimigo!
 
Plano das brancas:
 
O Peão preto está imobilizado (bloqueado pelo Peão branco). Convergem sobre ele 3 ataques (Cavalo, Bispo e Torre), enquanto suas defesas são apenas duas (Cavalo e Bispo).
 
Procedimento:
 
1.Nxe5,Nxe5 ; 2.Bxe5,Bxe5 ; 3.Rxe5   e as brancas ganham o Peão!
 
Se o Peão e5 das pretas estivesse defendido por outro Peão, as brancas não iriam capturá-lo. Estes ganhos de peças são possíveis quando as peças trocadas são do mesmo valor.
Nas capturas de peças defendidas, há uma regra fácil:
a) Para se ganhar uma peça defendida, deve-se ter, no mínimo, uma peça de ataque a mais do que as peças de defesa.
b) Para se defender uma peça atacada, basta ter um número de peças defensivas igual ao número de peças atacantes.
 
No exemplo anterior, se existisse mais uma peça preta de defesa, por exemplo, uma Torre em e7 (veja diagrama abaixo), teríamos 3 peças atacantes contra 3 peças defensivas.
 
Diagrama 2:
 
 
FEN : 5k2/4r1b1/2n5/4p2R/4P3/5N2/1B6/4K3
 
Insistindo as brancas nas capturas:
 
1.Nxe5,Nxe5 ; 2.Bxe5,Bxe5 ; 3.Rxe5, Rxe5 e as pretas ganhariam uma Torre em troca de um Peão.
 
Estas regras dizem respeito apenas aos casos em que as peças trocadas são do mesmo valor. Um Peão defendido somente por um Peão anula diversos ataques de peças contrárias.

Desafio 262

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para treinamento.
 
No primeiro diagrama, jogam as pretas:
 
 
 
FEN : 8/5p1k/3p2q1/3Pp3/4Pn1r/R4Qb1/1P5B/5B1K
As pretas jogam e dão mate em três lances.
Mostre esta sequência de mate.
 
 
No segundo diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 8/4R3/2np1Qp1/1pqk2P1/p5r1/P2B4/1PP5/1K6
As brancas jogam e dão mate em três lances.
Mostre a sequência deste mate.
 
 
No terceiro diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : rnbq1b1r/pp4kp/5np1/4p2Q/2BN1R2/4B3/PPPN2PP/R5K1
 
As brancas jogam e dão mate em três lances.
Mostre a sequência deste mate.
 
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1._____,Rxh2+ ; 2.Kg1,Bf2+ ; 3.Kxh2,Qg1++ ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.Qe6+,Kd4 ; 2.Qxg4+,Kd5 ; 3.Qe4++ ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.Qh6+,Kxh6 ; 2.Rh4+,Kg7 ; 3.Bh6++ ]
 
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Haciendo memoria

Caros colegas,
 
Reproduzo a seguir um artigo de autoria de Pablo F. Gowezniansky.
Boa leitura a todos!
 

Haciendo memoria.

Por Pablo F. Gowezniansky.

25/3/2008 22:00:00

 Amber

Hace poco leí una entrevista a Philip Roth, en donde el encumbrado escritor norteamericano decía que tenía miedo de volverse viejo. Miedo bastante coherente teniendo en cuenta sus setenta y cinco años. Y lo que más le aterraba, decía, era perder la memoria. Esa facultad que va en parábola. Que comienza a forjarse en una edad muy temprana para ir menguando, lentamente, en los recovecos de las arrugas y los dolores de cadera. Esa facultad, la memoria, es una facultad asombrosa que en lo particular siempre me cautivó. Y si de memoria tengo que hablar, nada mejor que el torneo de Amber; un torneo de doble modalidad: de partidas rápidas y de partidas ciegas. Y son estas últimas las que me dejan boquiabierto.

Funcionan así. Los grandes maestros se sientan ante una computadora en la que pueden visualizar un tablero casi vacío. Digo casi, porque lo único que les aparece es la última jugada realizada por el oponente; y a un costado, por supuesto, el reloj. Después, es sólo la magia de la memoria lo que puede con todo. Esa concentración de milagros que se fusiona en el tablero fantasmal. Con sus casillas pidiendo a gritos por las piezas, esas piezas invisibles que sólo pueden verlas los jugadores, como si estos se tratasen de viejos brujos de la edad media. En cambio, nosotros, los meros mortales no dotados con el maravilloso don de la memoria –don que viene tan al pelo para el ajedrez-, tenemos que conformarnos con seguir las partidas por internet, con un tablero (diciéndolo rápido y mal) hecho de carne y hueso. Casillas y piezas, lo de siempre.

Y pese a todo, las combinaciones siguen siendo magistrales, y los grandes maestros siguen demostrando que tienen madera de genios. De verdaderos genios. Ni hablar de los más jóvenes. Carlsen, Karjakin, demostrando que la memoria se cultiva desde la infancia, que la memoria es un músculo que se trabaja. Y jugar al ajedrez a ciegas es una buena manera de trabajarla.

Pero una cosa es clara. Jugar a ciegas implica una baja en el rendimiento de los jugadores. Porque hay confusiones: Aronian, por ejemplo, en su partida contra Topalov dijo sentirse entusiasmado por el hecho de haber confundido la posición de su torre. Afortunadamente pudo darse cuenta a tiempo de su error, corregirlo y conseguir unas trabajosas tablas. Pero hay veces en que esto no ocurre. El tiempo apremia, también: son partidas rápidas, de veinticinco minutos más veinte segundos de incremento por jugada. Puntualizando: Ivanchuk tenía una partida ganada contra Morozevich. Y dado un momento, restándole segundos en el tablero, se engulló con su dama una torre rival, creyendo inocentemente que ésta estaba sin defender. El resultado: la pérdida de la dama y una derrota a las pocas movidas.

Y ejemplos hay miles. Y esto tiene sentido: la memoria consume muchos recursos de nuestro cerebro. Lo fatiga mucho. Y la fatiga hace que la memoria se entorpezca. Las partidas a ciegas, claro, son un gran trabajo de nuestras preciadas neuronas. E incluso, si uno se abusa de jugar en esta modalidad, puede terminar resultando peligroso. Un esfuerzo mental excesivo.

Pero no estoy seguro de si lo ayudaría a Philip Roth, en su desesperado intento por sostener su memoria, el jugar partidas a ciegas. Probablemente no. Sin embargo, espero eso: que su memoria pueda seguir ayudándolo, y ayudándonos, porque sus libros políticos son una gran ayuda para la sociedad; y también espero que el ajedrez, ese trabajo mental constante, también siga ayudando. El ajedrez, esa metáfora permanente. Tan usada en literatura, en panfletos políticos, en discursos. El ajedrez a ciegas, ahora que lo pienso, aún sería una metáfora más grande y tenebrosa.


domingo, 26 de abril de 2009

Final para estudo 10

Caros colegas,
 
O diagrama abaixo mostra um final de partida jogado entre Landa e Potkin.
 
 
 
FEN : 4k3/p5p1/1p1KP3/3p4/2p4p/P1P5/2P2rP1/1R6 
 
As brancas jogam e ganham esta partida.
Você saberia mostrar a sequência ganhadora?
Depois de tentar, pode conferir o que conseguiu com a solução que está no arquivo anexo a esta mensagem.
 
Um abraço do,
 
Marcos Natal
 
 

Desafio 261

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para treinamento.
 
No primeiro diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 6k1/2K2p2/6r1/4Q3/6P1/8/8/8
As brancas jogam e ganham esta partida. Você saberia mostrar a sequência de lances ganhadora?
 
 
No segundo diagrama, também são as brancas que jogam:
 
 
 
FEN : 5rr1/4p1k1/4p3/4KPB1/8/8/6R1/8
 
As brancas jogam e ganham esta partida. Você saberia mostrar a sequência de lances ganhadora?
 
 
No terceiro diagrama, jogam as pretas:
 
 
 
FEN : 1r4k1/2p2qpp/3p4/1r6/4pP2/2P3P1/P1QR3P/4KR2
 
Qual é o melhor lance para as pretas jogarem nesta posição?
 
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1.g5,Re6 ; 2.Qf6,Kf8 ; 3.Kd8,Kg8 ; 4.Kd7,Re1 ; 5.g6 pretas abandonam    se 4.____,Kf8 ; 5.Qh8++ ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.Bf6+,Kf7 ; 2.fxe6+, Ke8 ; 3.Ra2,Kd8 ; 4.Bxe7+,Kxe7 ; 5.Ra7+,Kd8 ; 6.e7+,Ke8 ; 7.exf8=Q+,Kxf8 ; 8.Kf6 pretas abandonam ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.____,e3 ]
 
 
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El final del pasillo

Caros colegas,
 
Reproduzo a seguir um artigo de autoria de Pablo F. Gowezniansky.
Boa leitura a todos!
 

El final del pasillo.

Por Pablo F. Gowezniansky.

12/12/2007 13:30:32

Kamsky

UNO Es posible que no muchos sepan que Khanty-Mansiysk (pocos podrán pronunciar ese nombre con éxito) es un pueblo de Rusia. Imagino que la combinación de Khanty-Mansiysk y la palabra pueblo puede dar una imagen de desolación; quizás, inclusive, podría llegar a parecernos un lugar apropiado para filmar una mala película del far west yanqui. Afortunadamente para nuestro deporte –ya que es allí donde se disputa la Copa Mundial de Ajedrez- esto no es así. Khanty-Mansiysk tiene más de 55.000 habitantes y es un lugar en el que se generaron y se generarán emociones. Valga mencionar el Campeonato Mundial de Competición de Biatlón, el festival internacional de debuts "Fire of Spirits", el festival ecológico "Save and keep". Y ahora lo que sabemos todos: del 22 de noviembre al 18 de diciembre, 126 ajedrecistas de los sitios más alejados del planeta y con las fuerzas más dispares se enfrentarán (y se enfrentan; ya no 126, claro está, porque los días van pasando) para disputar la Copa Mundial de Ajedrez.

Y Khanty-Mansiysk va cobrando relieve.

Y ya no es posible filmar una película del far west yanqui pero sí, quizás, filmar una película algo más moderna, en la que dos tipos sentados frente a un tablero de sesenta y cuatro escaques piensan durante más de cuatro horas. Eso está ocurriendo ahora mismo. Eso es lo que nos atrae. El motivo por el que estamos acá.

En Khanty-Mansiysk.

DOS Estamos a finales de año disfrutando del último torneo de gran nivel. El torneo en el que ciertas cosas se están afirmando. Nigel Short perdiendo en la primera ronda, por ejemplo. Los dos "niños" prodigios despejando rivales a su paso. El norteamericano Kamsky que dejó el ajedrez para terminar la carrera de Derecho y que a su vuelta parece querer demostrar que talento no le falta; voluntad tampoco. También Cheparinov que en este torneo se aseguró un nombre propio; ya no es más el segundo de Topalov o un simple búlgaro joven con futuro. Cheparinov es un hecho, un jugador que aunque ya no esté en el mundial (el "niño" prodigio Carlsen le cerró las puertas) ha manifestado un gran uso de la inventiva y de la fiereza de ataque, al parecer, búlgara.

Y si bien nadie va a filmar una película en la que dos tipos piensen durante más de cuatro horas, hay una cámara en el recinto de juego que nos permite ver a los ajedrecistas en vivo y en directo. Agarrándose las cabezas, frunciendo las cejas, sosteniendo miradas impasibles, glaciales. Incluso se los ve caminando por el salón con los ojos fijos en partidas ajenas. Tratando, muy posiblemente, de echarle agua a ese fuego cerebral de combinaciones interminables, sacrificios imposibles, de piezas bailoteando de maneras perturbadoras. Y acechando jugadas que nunca se harán, previniéndose de ideas que sus rivales todavía no han pensado y quizás nunca piensen. Y luego se vuelven a sentar, con miradas glaciales, cansadas o perturbadas. Y Carlsen, por ejemplo, al volver a su confortable silla tomará un trago de su jugo de naranja y volverá al juego. Ese jugo de naranja de la juventud. De querer siempre más.

TRES La juventud es vitalidad. Es energía. Es agresión. Los ajedrecistas jóvenes pueden soportar el cansancio de semanas de competencia con mayor facilidad que los que ya no son tan jóvenes. Recuerden al joven Kasparov jugando contra el experimentado Karpov, por ejemplo. Recuerden, también, que el cerebro es un músculo que se desgasta con los años. Pierde vitalidad, energía. Pierde eso que llamamos juventud y que tanto valoramos. Y sin embargo hoy esa energía no sirvió de mucho. Tampoco sirvió de mucho ayer. No: Kamsky recibió un aluvión de sorpresas. Ayer en una fláccida Scotch que neutralizó sin muchos inconvenientes. Hoy con una petroff que castigó con determinación. Ya en la movida dieciocho la posición de Carlsen tambaleaba y, detalle no menor, su reloj marcaba unos escasos veinte minutos para hacer las veintidós movidas. El joven noruego no resistió. Por otro lado, la juventud de Karjakin había conseguido una pequeña pero importante ventaja en el medio juego. Teniendo mucho tiempo en su reloj, mucho más que Shirov que luchaba con apenas unos nueve minutos, Karjakin comenzó a mover rápido y de manera imprecisa. Su ventaja se esfumó y las tablas se establecieron como el único resultado posible tras treinta y tres movimientos.

Hoy no fue un día para la juventud. O tal vez sí: hoy me enteré que hay otro de esos grandes maestros prematuros como lo fueron Karjakin y Carlsen un día. Un filipino, al parecer. Un filipino de catorce años. Es que la juventud nunca se cansa. Es que la juventud no para de regenerarse. Y cuando quieran darse cuenta, quizás el pelo rubio de Carlsen se ponga blanco y los dientes torcidos de Karjakin se tuerzan aún más. Quizás, incluso, Korchnoi deje de jugar algún día. En un tiempo muy lejano.

CUATRO Pero no estamos para películas de ciencia ficción. No. No estamos para abstraernos e imaginar un futuro tan lejano. No nos alejemos de Khanty-Mansiysk porque recién ahora estamos llegando a las emociones más intensas. Recién ahora estamos llegando a ese interminable final de pasillo en el que Kamsky ya tiene un lugar. Ese pasillo de nocauts, frustraciones y vueltas a casa. Ese pasillo que desemboca en un tablero y dos sillas. La otra silla esperando; la otra silla esperando por Fuego sobre el tablero o por El gran maestro más joven de la historia.

Y dos (o tres) días de tensión y largos devaneos teóricos.

Y pensamientos infinitos sobre una posición efímera que puede borrarse con una inesperada movida del contrincante.

Y alguien que se levanta –tal vez Kamsky- y comienza a dar vueltas por la sala de juego mirando partidas fantasmas de rivales fantasmas que ya no están o que están en sus casas.

Y de pronto Khanty se me hace parecido a Kamsky. Y quizás sea eso: quizás este lugar de 55.000 habitantes esté dándole energías al nuevo abogado, a ese hombre que regresó al ajedrez y que no piensa marcharse. Quizás el ganador ya esté designado desde el mismo comienzo. Quizás todo dependa de la elección de Khanty-Mansiysk. Y quizás ya eligió, aunque nosotros no lo sepamos.

Eligió a Kamsky en la final, por lo pronto. Y eligió que Shirov y Karjakin se enfrenten mañana para ocupar un lugar al fondo del pasillo.

El otro se va a volver a su casa. Eso es seguro.

Aunque tal vez decida darse una vuelta por Khanty-Mansiysk primero, y tratar de entender por qué alguien tuvo la idea de hacer allí un festival ecológico. Y por qué otro tuvo la ocurrencia de hacer una Copa del Mundo de ajedrez. Y una Olimpiada, también de ajedrez, para el 2010.

Y quizás, en algún lado del mundo, un niño esté recolectando normas de gran maestro para sorprender al mundo entero.

Lo cierto, eso sí, es que Kamsky está esperando.

Y lo cierto es que la final promete ser muy emocionante.

Y que miles y miles de fanáticos alrededor del mundo la seguirán por Internet.

Desesperándose. Emocionándose.

Y claro está, también alegrándose.



sábado, 25 de abril de 2009

Para os iniciantes 26

Caros colegas,
 
O material reproduzido a seguir é de autoria do Prof. Francisco Teodorico, na sua obra "Xadrez-Treino Técnico para Competição":
 
Princípio do Rei em perigo
 
O Rei em perigo sob múltiplas ameaças escapa, muitas vezes ao mate, entregando material, quer seja para abrir caminho para sua fuga, quer seja para distrair peças atacantes, ou destruí-las, embora sacrificando peças de maior valor.
 
Diagrama 1:
 
 
FEN : B4nkr/6pp/8/6RK/8/8/8/8
Plano das brancas:
 
Atrair o Cavalo negro para a diagonal onde encontra-se seu Rei, para que o Bispo possa agir sobre ela.
 
Procedimento:
 
1.Bd5+
 
e as brancas ganham o Cavalo. Para escapar do xeque, o negro deve entregar uma peça.
 
1.____,Ne6 ; 2.Bxe6+,Kf8
 
O Rei negro consegue a casa de fuga à custa de material.
 
 
Diagrama 2:
 
 
FEN : 4q1rk/1R4pp/K4p2/4N3/8/8/8/8
 
Plano das brancas:
 
Atacar o Rei negro "sufocado", atraindo a Dama para f7, onde será capturada pela Torre.
 
Procedimento:
 
1.Nf7+,Qxf7 ; 2.Rxf7
 
As negras evitam o mate trocando a Dama pelo Cavalo inimigo.
 
 
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Desafio 260

Caros colegas,
 
Três exercícios de tática para treinamento.
 
No primeiro diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : r3qrk1/4bp1p/p3b1pQ/npppP3/3N1P2/2P5/PPB3PP/R1B2RK1
 
Qual é o melhor lance para as brancas jogarem nesta posição?
 
No segundo diagrama, jogam as brancas:
 
 
 
FEN : r1b5/p1Rrnk1p/4pp2/3p4/8/P2B2P1/P2B1PP1/2R3K1
 
Qual é o melhor lance para as brancas jogarem nesta posição?
 
No terceiro diagrama, também jogam as brancas:
 
 
 
FEN : 3rn1bR/6k1/3r1p2/2pNpPp1/1pP1P1P1/pP1B4/P7/2K4R
 
Qual é o melhor lance para as brancas jogarem nesta posição?
 
Soluções:
 
Para o primeiro diagrama:
 
[ 1.f5,gxf5 ; 2.Nxf5    se 1.____,Kh8 ; 2.Rf3 ]
 
Para o segundo diagrama:
 
[ 1.Bb4 ]
 
Para o terceiro diagrama:
 
[ 1.Ne7,Kf7 ; 2.Rxg8,Ng7 ; 3.Rxd8    se 1.____,Nc7 ; 2.Nxg8,Rxg8 ; 3.R8h7+ ]
 
 
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El juego más hermoso de todos


Caros colegas,
 
Reproduzo a seguir um artigo de autoria de Pablo F. Gowezniansky.
Boa leitura a todos!
 

El juego más hermoso de todos.

Por Pablo F. Gowezniansky.

13/12/2007 18:49:00

Shirov

UNO El ajedrez puede resultar una obsesión. Sus interminables posibilidades –cantidad de aperturas con variantes y sub variantes y ramificaciones de esas sub variantes y las infinitas combinaciones- pueden producir una peligrosa adicción. Una adicción obsesiva. Una adicción lindando con la reclusión. Con la hostilidad. Hay niños (traten de pensar en Fischer, por ejemplo, o en Hikaru Nakamura) que se desentienden por absoluto del mundo que los rodea y se centran únicamente en esas 64 casillas y esas 32 piezas blancas y negras, en ese juego que además de ser juego es un modo de vida, en esa vida que es un juego y que puede llamarse ajedrez.

Hoy por la mañana se jugó la primera partida de la final de la Copa Mundial, allá en Rusia, en ese pueblo llamado Khanty-Mansiysk. Shirov condujo el ejército blanco y Kamsky el negro. Y aquí la sorpresa que nos depara el mundial: Kamsky de la mano de su inmenso talento estudiando aperturas (posiblemente la partida de hoy haya "comenzado" en la movida 28); Kamsky contratando un ayudante por primera vez: Emil Sutovsky. Kamsky recluyéndose aún más en ese mundo circular del ajedrez. De estudiar, estudiar y estudiar. De dedicarle más tiempo para ambicionar más. De entender que el ajedrez es algo más que un juego, mucho más que un juego. De entender que el ajedrez puede ser una monomanía. Un mundo infinito.

Ya lo decía el magnífico escritor Stefan Zweig (un ruso, claro), allá por el año 1943, en su excelso libro llamado novela de ajedrez: "Toda mi vida me han intrigado los monomaníacos, las personas obsesionadas por una sola idea, pues cuanto más se limita uno, más se acerca por otro lado al infinito"; y dice aún más: "son precisamente estos seres en apariencia fuera del mundo los que, como termitas, saben construir en su ámbito una imagen reducida del mundo, única y extravagante". Y sigo yo ahora: estos seres que saben hacer de su obsesión una ambición; de su ambición una forma de vivir. De su vida un juego.

Como tiene que ser.

DOS No me resulta difícil imaginarme a estos dos monstruos del ajedrez –Shirov y Kamsky- como unos niños. Unos niños (imagínenselo) sentados ante un inmenso tablero de ajedrez. Un tablero tan gigante que las piezas apenas si pueden ser movidas con sus pequeños dedos. Y aún más: un mundo enorme sobre sus cabezas, sobre el tablero: un óvalo brillante con los océanos y los países y los marrones y azules y verdes y los demás colores.

Y claro: una partida de ajedrez que juegan desde los cinco años. Una partida en la que a veces pueden volver la pieza atrás y pensar de nuevo. Shirov desafiando la soberbia de Kasparov y estudiando aperturas. Kamsky valiéndose de sus ganas de hacer una carrera y estudiando abogacía y luego volviendo al ajedrez en el 2004 para intentar la fantástica hazaña. Esa hazaña que Karjakin una vez dijo, cuando a los doce años y siete meses se embolsilló el título de gran maestro, que la iba a conseguir a los prematuros diecisiéis años. Esa hazaña por la que Carlsen estudia infatigables horas diarias desde hace ya mucho tiempo. Esa hazaña que consume el sueño tanto de fanáticos amateurs como de profesionales experimentados. La hazaña de coronarse como la estrella suprema. La hazaña de sentir las rapaces miradas sobre uno. La hazaña de conquistar la inconquistable Copa Mundial. De ser el mejor. De ser único. Únicamente único.

TRES Y quiero intentar fijar esa sensación del niño que va por primera vez a un club de ajedrez. Del niño que en su casa y en la escuela se desgañita jugando partidas y partidas y que por primera vez observa a esos hombres de contextura corpulenta, de pelo raso, de manos rápidas e intrépidas o lentas y oscilantes. Ese mundo que aparece ante los ojos como un cuadro fantásticamente enorme. El mundo del ajedrez. De los rivales y las opciones, del individualismo y la estrategia. Un submundo adentro del mundo, puede decirse. O un mundo más grande que el mundo real.

A eso se dedican muchas termitas, a intentar comprender ese submundo. A aprehenderlo, a poder sujetarlo aunque sea efímeramente entre los dedos; con un torneo exitoso, con una pequeña partida magistral, o quizás simplemente observando: apreciando el arte de otros artistas. De Murphy, por ejemplo. De Tahl, de Kasparov, de Fischer. O también de Shirov y Kamsky.

Y me gusta decir que el ajedrez es un deporte. Pero también me gusta decir que el ajedrez es una ciencia. Por supuesto, no voy a entrar en detalles en un tema que tan vastamente se ha estudiado, hablado y discutido. Sólo diré que la partida del día de hoy, pese a no haber tenido los fuegos de artificios que uno podría esperar de Shirov, ni la sangre innovadora de un jugador complejo como lo es Kamsky, demostró ser una pequeña prueba científica en sí misma. Aquel que pueda apreciar este deporte, que pueda valorar la obsesión, el estudio que hay detrás de cada movida; la inconmensurable comprensión táctica que tienen estos jugadores, entenderá de lo que estoy hablando.

Es así como Kamsky –y me repito una vez más: junto con todas sus enormes capacidades mentales- tuvo que destinar casi cincuenta minutos para estudiar una posición crítica y poder asimilarla en su inextricable complejidad. Hablo de la movida treinta, momento en que se limitaría la infinitud de la partida (si es que eso es posible). Cuando Kamsky jugó Axc4 y la partida volvió a comenzar. Y los seguidores pudimos apreciar el arte del genio. La obsesión detrás del cuerpo. El juego sobre la obsesión.

Y encima de todo eso, la vida.

CUATRO Incontables veces se ha comparado al ajedrez con la vida (Kasparov, recientemente, publicó un libro titulado Cómo la vida imita al ajedrez). En muchas oportunidades se ha hablado de esa individualidad del ajedrecista que enfrenta a un rival determinado, ese ajedrecista/individuo que tiene que fijar una estrategia, que tiene que tomar decisiones que afectarán el rumbo de la partida, y que cada pequeña decisión que tome significará un éxito o un fracaso. Parcial o definitivo. Y es por eso –por esa semejanza entre el ajedrez y la vida- que es tan recomendable acercar a los niños a este deporte. Teniendo en cuenta, además, que se dinamiza muchísimo la capacidad de abstracción y por lo tanto la capacidad de concentración.

Es altamente probable que –y por más que a Stefan Zweig le fascinara la monomanía- no sea conveniente incitar a un niño a fijar sus ambiciones en un solo campo. Los hay y los habrá niños que lo hagan y se destaquen y sean reconocidos y demás (quizás Nakamura sea uno de ellos). Y los hay y los habrá que se frustren y fracasen y se sientan de golpe débiles ante ese mundo que es más que una sola actividad. Y no quiero irme al extremo, tampoco, de esa popular frase: el que mucho abarca poco aprieta; quiero dejar las cosas en los grises. En lo saludable de tener un poco de diversidad, de tener siempre varios horizontes para afrontar y para sostenerse en el caso de que algo falle. La vida tiene que ser un equilibrio. Ha habido genios del ajedrez que jamás lo encontraron. Fischer jamás lo encontró, por ejemplo.

Y quiero permitir contradecirme apenas y decir que es bueno obsesionarse, que es muy bueno ambicionar; que es fantástico que miles de fanáticos alrededor del mundo sigan en vivo las partidas de la Copa Mundial y que puedan aferrarse a la pantalla y al ajedrez y a las ganas de llegar a estar, alguna vez, en ese mismo lugar. Allí, en Khanty-Mansiysk o en cualquier otro sitio, peleando por un poco de reconocimiento personal.

Estoy convencido de que Stefan Zweig tiene toda la razón. Mientras más se limita uno, más se acerca al infinito. Más cerca se está de poder entenderlo todo. Y espero que Kamsky y Shirov sigan demostrando eso: que no se les escapa nada, que son amos absolutos de lo que sucede en las partidas.

Y espero que así y todo alguno pueda vencer al otro con alguna monstruosa combinación.

Y que los fanáticos aplaudamos a rabiar.

Y que el próximo Campeón del Mundo nos demuestre que la vida también hay que jugarla.

Porque la vida es el juego más hermoso de todos.


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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Relógio – Blitz


Caros colegas,
 
Um pequeno trecho dos comentários sobre arbitragem do AI Antonio Bento:
 
Relógio – Blitz – Jogador responde lance antes do adversário acionar relógio
Pergunta: No blitz, pode-se utilizar o tempo do adversário para fazer o lance, ou seja, brancas fazem o lance e no intervalo de tempo em que terminam o lance e acionam o relógio, podem as negras responder ao lance  antes de seu relógio ser acionado? 
 
Resposta: É bastante complicada a arbitragem de partidas de blitz, ainda mais porque em torneios desta modalidade, há muitos jogadores e poucos árbitros. 
Além disso, os jogadores costumam jogar em grande velocidade nos apuros de tempo, o que obriga o árbitro a manter alto estado de concentração e stress.  
Nas competições de blitz nem sempre os jogadores obedecem rigorosamente a lei e respondem lances 
antes mesmo de o seu adversário haver terminado a jogada, consoante o disposto no art 4.6. É claro  que o árbitro deve coibir os excessos, advertindo os jogadores que perturbarem o adversário, não  o deixando complementar a jogada. Também devem ser coibidas as situações em que o jogador  "metido a esperto"  não permita que o adversário acione o relógio (mantendo a mão no pino do relógio acintosamente).
 
Relógio – Bater no relógio com força desproporcional
Pergunta: O jogador no apuro de tempo pode dar pancada no relógio com força?  
 
Resposta: Cometem essa heresia julgando que estão poupando tempo de seu relógio. É um ledo engano! Grandes Mestres costumam acionar suavemente o pino de seus relógios em grande velocidade, nas situações de apuro de tempo. No popular: 'porrada' no relógio, pode irritar o adversário, todavia põe mais em risco a saúde do próprio infrator. Diz a lei do xadrez (art. 6.8 "c") que os árbitros devem intervir e punir o jogador que cometer esse tipo de infração. Mas nem sempre tal intervenção acontece e quem mais sofre com isso é "Caissa", a deusa do xadrez.
 
Relógio - Quem escolhe o lado onde fica o relógio na "morte-súbita"?
Pergunta: Aqui na nossa Federação decidiu-se que, em caso de empate após no primeiro lugar, será disputada mais uma partida, sendo que as brancas jogam com 6 minutos e as negras com 5 minutos, estas com direito ao empate. Quem escolhe o lado do relógio? As negras, por que estão com menos tempo, ou as brancas por que têm que ganhar? 
 
Resposta: Segundo está definido no capítulo que trata das regras para competição, da Lei do Xadrez, quem determina a posição do relógio é o árbitro, consoante o disposto no artigo 6.4.  
Interessante ressaltar que é costume, em todos os continentes, as pretas escolherem o lado onde ficará colocado o relógio. E isso se deve ao conjunto de normas não escritas - que seguem à boa razão - consagradas pelos usos e costumes (direito consuetudinário). E os árbitros, em geral, têm respeitado esta convenção. 
"Art. 6.4 - "Antes do início da partida cabe ao árbitro decidir onde o relógio é colocado."

 

 

Final para estudo 09

Caros colegas,
 
O diagrama abaixo mostra um final de partida jogado entre Smyslov e Konstantinopolsky.
 
 
 
FEN : 8/k7/8/1KP2p1R/1p6/1P6/4r3/8 
 
As brancas jogam e ganham esta partida.
Você saberia mostrar a sequência ganhadora?
Depois de tentar, pode conferir o que conseguiu com a solução que está no arquivo anexo a esta mensagem.
 
Um abraço do,
 
Marcos Natal
 
 

sexta-feira, 17 de abril de 2009

RE: [academiadexadrez] Para os iniciantes 24 - cartilha 1

Muito bom!!!
Era o que eu tava procurando.
obrigado
Abç


 Giovani Martins Candido
 gmcand@hotmail.com



 

To: marcosnatal.xadrezdomeujeito@blogger.com
From: marcosnatal@gmail.com
Date: Thu, 16 Apr 2009 07:48:32 -0300
Subject: [academiadexadrez] Para os iniciantes 24 - cartilha 1



Caros colegas,
 
Segue abaixo um pequeno fragmento de texto incluído na minha cartilha básica para os iniciantes.
Esta cartilha ainda está em formatação, mas alguns trechos vou colocando aquí no grupo.
Espero que seja útil aos iniciantes!
 
Movimento das peças
 
Movimento da Torre:
 
 
 
 
A Torre move qualquer número de casas horizontal ou verticalmente em uma linha reta (colunas e linhas).
 
 
 
 
 
Como a maioria das peças, a Torre não pode saltar sobre outras peças. No entanto, pode capturar qualquer peça do adversário (exceto o Rei), ocupando esta casa e removendo a peça do adversário do tabuleiro.
 
 
Movimento do Bispo:
 
 
 
O Bispo move qualquer número de casas diagonalmente com movimentos retos.
 
 
Movimento da Dama:
 
 
 
A Dama combina as capacidades de movimentação da Torre e do Bispo. Ela se move qualquer número de casas em uma linha reta, em qualquer direção. Esta mobilidade faz a Dama a mais poderosa peça no xadrez. A Dama e as Torres são conhecidas como "peças maiores".
 
 
Movimento do Rei:
 
 
 
O Rei move uma única casa de cada vez, em qualquer direção.
 
 
Movimento do Cavalo:
 
 
 
O Cavalo pode ser facilmente identificado pois, na maioria dos conjuntos de xadrez, ele é representado por uma peça idêntica a uma cabeça de cavalo. O movimento padrão do Cavalo pode ser descrito de várias formas. Em termos técnicos, o Cavalo move uma casa em qualquer direção diagonal e, em seguida, move uma casa vertical ou horizontalmente, afastando-se da casa onde iniciou a sua jogada. Também é descrito como um movimento em "L", ou seja: o Cavalo move duas casas na horizontal ou na vertical e, logo em seguida, gira em um ângulo reto e anda mais uma casa.
 
 
 
 
O Cavalo é a única peça que pode saltar sobre outras peças. No entanto, o Cavalo só pode capturar uma peça adversária que esteja na casa final de seu movimento. O simples fato de saltar sobre uma peça não resulta na sua captura.
No diagrama acima, o Cavalo pode mover-se para qualquer casa indicada com um ponto preto. No entanto, ele não pode capturar qualquer das peças pretas. Apenas pode saltar sobre elas.
Cavalos e Bispos tem o mesmo valor teórico. Juntos, eles são conhecidos como "peças menores".

 
Movimento do Peão:
 

 

O Peão é a peça, teóricamente, menos valiosa no xadrez. Só pode mover-se para a frente, nunca para trás ou lateralmente. Os Peões também possuem as regras mais complicadas de movimentação. Movem-se uma casa para a frente, exceto no seu primeiro movimento, quando podem optar por andar duas casas. Para capturar, eles somente ameaçam peças que estiverem nas suas casas diagonais imediatamente à frente.
No diagrama acima, os Peões movem-se para as casas marcadas com pontos pretos e capturam nas casas marcadas com um X.
 
 
Pretendemos continuar com esta parte teórica em breve!
 
Um forte abraço do,
 
Marcos Natal 



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